quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Se surpreenda-se




















Hoje resolvi indicar para vocês um livro que ganhei do maridão e achei simplesmente incrível. De início vocês podem ficar assustados, pois a autora é uma atriz e eu, particularmente sabia que ela gostava de comida, mais não sabia que fazia a comida.
O conteúdo do livro é leve e fácil de ser executado, com ingredientes simples, mais sofisticados. Diferente de alguns livros de culinária que de início nos apaixonamos, mais que depois viram um pesadelo, pela dificuldade de encontrar os ingredientes necessários ou pela elaboração dificílima dos pratos.
É um livro que você conheça a ler e logo tem vontade de sair correndo para a cozinha e botar a mão na massa.
Ela fala um pouco de tudo. Incluindo receitas de drinques e comidas que eram feitas por sua mãe.
Alguns podem estar pensando que estou ganhando algo pela propaganda, mais não! Resolvi divulgar o livro porque realmente gostei dele e além do mais ela também é linda, ninguém pode negar!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cattleya Bicolor




Escrever este post é muito gratificante. Pois esta orquídea eu ganhei assim que comecei a tratar de forma mais séria o cultivo. E o mais importante é que foi de uma pessoa que conheci apenas pela internet em um grupo de orquídeas. Ganhei três mudas e depois de 5 anos uma das mudas conseguiu florir.

Achei um pouco difícil o cultivo, pois as mudas vieram de uma região de frio e eu fico ao nível do mar onde a média de temperatura gira em torno dos 30°C. Uma das mudas morreu e a outra continua crescendo de forma um pouco tímida.

Esta orquídea gosta de vasos de barro ou cestinhos de madeira, que devem ser preenchidos com fibra de xaxim ou cubos, de modo que suas raízes fiquem bem aeradas. As minhas encontram-se em vaso de barro, com substrato de brita, pois as matrizes encontravam-se nesse tipo de substrato, e achei mais prudente mantê-las assim.
Não tolera luz solar direta, apesar de vegetar no cerrado em altitudes que variam de 500 e 1.200 metros acima do nível do mar.
Sua floração inicia-se no final de dezembro, atingindo seu ápice no mês de fevereiro.

Obrigada Alexandre Bicolor




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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Paglia e Fieno com porpetas


Mais uma vez eu quebrando a cabeça pensando na comida da filhota. Como é difícil cozinhar para crianças, pois os sabores não podem ser muito acentuados, pois o paladar dos pequenos ainda não está preparado e tem que ser saboroso e saudável. Algo quase impossível, pois a grande maioria das crianças não come legumes e verduras, o que dificulta muito.
Minha criatividade estava meio que de ressaca do carnaval, então resolvi fazer uma comidinha bem caseira e gostosa. Afinal qual criança que não curti macarrão com carne moída.

Ingredientes para as Porpetas

600 gramas de carne moída
1 + 1\2 colher de sopa de farinha de trigo
1 xícara de miolo de pão molhado no leite
1 ovo
sal
pimenta
folhas de hortelã bem picadas
Molho de tomate

Misturar todos os ingredientes, menos o molho de tomate. Fazer bolinhas e ir colocando em um tabuleiro untado com farinha.
Fritar em óleo bem quente e ir virando as bolinhas para fritar por igual. Escorrer em papel absorvente. Depois de frito colocar no molho de tomate, já preparado de acordo com sua preferência.

Ingredientes para o molho branco

400ml de leite
2 colheres de sopa (rasas) de maizena
1 colher de sopa de manteiga ou margarina
1 colher de sopa de queijo ralado (bem cheia)
sal

Colocar todos os ingredientes em uma panela e ir mexendo em fogo médio, até virar um mingau. Depois é só colocar no macarrão já pronto, polvilhar queijo ralado e levar ao forno.



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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Arroz de carreteiro



Seguindo o último post culinário, o que fazer com as sobras do churrasco, e sempre tem sobra em churrasco. A minha alternativa geralmente é uma versão de arroz de carreteiro, mesmo não tendo o charque ou a carne seca, como preferir. Tem vezes que quando a carne é pouca, faço uns croquetes, que também fazem sucesso, principalmente com a filha, que adora um bolinho, não interessa do que é feito, é bolinho tá bom.
Me lembro perfeitamente a primeira vez que comi arroz de carreteiro, e o mais interessante é que foi em São Paulo, preparando por gaúchos é claro. Apesar de ter um tio autenticamente gaúcho, nunca tinha provado seu arroz de carreteiro e sim muitos e muitos churrascos feitos por ele, que até hoje me enchem a lembrança de tardes memoráreis que passávamos em família.
A história do arroz de carreteiro é talvez mais antiga que o próprio churrasco no Rio Grande do Sul. Qualquer gaúcho que se preze sabe fazer um bom carreteiro, pois faz parte das tradições daquele lugar. 
Antigamente quando os peões tinham que levar as comitivas de bois de um lado para o outro, tinham também que se alimentar. Havia na comitiva o carreteiro que era o encarregado de fazer a comida e como a travessia era grande, e o charque é um alimento não perecível e, o arroz abundante naquelas regiões, fez-se assim o prato que até hoje é tradicional.
A simplicidade do prato é com certeza o seu charme, o melhor arroz de carreteiro é feito com charque fresco de primeira, mais você pode usar sua imaginação e utilizar outra parte do boi, como uma costela, tenho certeza que vai ficar especial.

Ingredientes

1/2kg de charque em cubos ou sobras de churrasco (que foi o meu caso, usei até as linguiças)
1/2 kg de arroz
1 cebola picada
3 dentes de alho picados
água
um fio de óleo
salsa e cebolinha
queijo ralado

Caso você esteja fazendo com o charque, ele deve ser aferventado, lavado e escorrido. Após fritar o charque no óleo até que esteja dourado, acrescentar a cebola, o alho e o arroz. A medida da água para fazer o arroz depende da maneira como você está acostumado a fazer normalmente o seu arroz. Eu uso uma medida de arroz, para duas de água fria (xícara). Depois que o arroz estiver fervendo, coloco o fogo bem baixinho até o cozimento total. Se você quiser seu arroz um pouco mais molhadinho coloque mais 1/3 de xícara de água.
Como eu usei a sobra do churrasco, pulei a parte de aferventar a carne.
Ao final eu gosto de colocar o cheiro verde e queijo ralado.



sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Catasetum pileatum (imperiallis x Oro Verde) x (albo)


Mais uma vez, venho mostrar um Catasetum. Depois de algum tempo cultivando orquídeas, me ví meio que fascinada por esta espécie de orquídea. Mesmo parecendo estranho, elas tem algo de misterioso, de diferente, de mágico.
O Catasetum pileatum é possivelmente a espécie mais popular deste gênero, devido as suas grandes flores. Muitos híbridos originaram-se desta espécie. O gênero Catasetum, agrupas mais de cento e setenta espécies epífitas, raro terrestres ou rupículas, encontradas do México ao norte da Argentina, com maior número de espécies na Amazônia. Cerca de cem espécies existem no Brasil.






quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Callista Aggregata



Callista aggregata Kuntze é originária do nordeste da Índia e sudeste da China, onde seu habitat original caracteriza-se por clima sazonal de floresta tropicais asiáticas em altitudes de 500 a 1200 m, com chuvas esporádicas ao longo do ano, que proporcionam ambiente úmido, vegetando muitas vezes exposta a forte insolação.
A inflorescência apresenta cacho pendente com várias flores amarelo ouro, delicadas e de curta duração (motivo pelo qual borrife apenas as raízes da planta quando florida), medindo 3 cm cada uma. Dificilmente adapta-se ao plantio em vasos com substrato desfibrado.Vegeta muito bem em lascas de madeira (peroba ou outra qualquer rugosa e sem tanino). Pode ser plantada em troncos de coqueiros de jardins sob boa luminosidade com ótimos resultados. Planta fácil de ser cuidada se observados os elementos básicos de seu cultivo que são: plantio em lascas de madeira ou direto no tronco de alguma árvore e exposta a ótima luminosidade natural direta, exceto aquela sempre prejudicial entre 10h da manhã e 3 horas da tarde, quando deverá ter alguma proteção que lhe propicie luminosidade filtrada. Em orquidários ideal sua disposição sob telado com 50% de luminosidade. Esta avaliação destina-se ao público brasileiro.
Esta é a 2ª floração comigo, a primeira vieram apenas 2 flores, então acredito que as próximas sejam mais abundantes.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Espetos, saladas e cuscuz marroquino

Final de semana de sol, nada melhor que um bom churrasco, claro, para aqueles que comem carne, me desculpem os vegetarianos, mais ainda não consegui abrir mão de uma boa picanha. E verdade, que em muitos churrascos prefiro até mesmo os drumets bem temperadinhos do que a carne.

Mesmo ainda faltando alguns ajustes na área da churrasqueira, me aventurei e resolvi chamar dois casais de amigos para a estreia da churrasqueira.

Aí me veio a dúvida do que fazer para os acompanhamentos. Arroz nem pensar, pois sempre vejo sobrar um montão de arroz em todos os churrascos que vou.

Me veio então, a ideia de substituir o arroz por cuscuz marroquino, pois é um prato leve e sofisticado; além da tradicional maionese e uma boa farofa, trazida pela Adriana, que estava deliciosa.

Espetos no braseiro, pão com alho, linguiça e de quebra uma picanha suína. Estava feito mais um dia perfeito. Sem esquecer das caipivodkas e da refescante cervejinha, afinal ninguém é de ferro.



Cuscuz Marroquino com passas e castanha de caju.
1 copo americano/250g de cuscuz marroquino
1 copo americano de água
3 c.sopa de azeite de oliva
2 c. sopa de hortelã
1 c. sopa de manteiga
100 g de castanha de caju picadas
3 c. sopa de cebola roxa
4 c. sopa de uvas-passas (usei as escuras)
1 dente de alho fatiado (de acordo com o gosto)
sal e pimenta do reino a gosto

Esquente a água em fogo alto até ferver.
Coloque o cuscuz marroquino em uma tigela refratária e adicione a água quente. Tampe com um prato e deixe hidratar por 5 minutos.
Acrescente 1 colher de sopa de azeite, a manteiga e 1 pitada de sal ao cuscuz. Misture bem e reserve.
Pique as cebolas e fatie o alho. Em uma frigideira grande, coloque o restante do azeite e leve ao fogo médio para aquecer. Em seguida, junte a cebola e o alho e deixe murchar, sem dourar.
Junte as uvas-passas, as castanhas e, por último o cuscuz hidratado. Mexa bem. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Misture o hortelã grosseiramente picado. E pronto!!!


Ao final do dia, um perfeito entardecer nos brindou, deixando um gostinho de quero mais.